
Você já se ouviu expor para “ser uma vez que queijo no macarrão”? Provavelmente no trabalho, em moradia ou de alguém que queria te elogiar. Levante ditado tornou-se um verdadeiro ícone de Cultura romena (e, mais geralmente, italiano), sentença que evoca imediatamente a teoria de um tanto que se encaixa perfeitamente. A frase, na verdade, refere-se a cacio – termo que em Roma indica principalmente o queijo maduro – uma vez que substância perfeito para escoltar massas. Mas por que exatamente o queijo? E o que torna esta sentença tão significativa? O ditado tem raízes profundas que penetram no coração da cozinha romana e na tradição gastronómica italiana, e o seu significado evoluiu ao longo do tempo para se tornar símbolo de uma combinação tão simples quanto deliciosa.
Um ditado com raízes medievais
Você deve saber que o ditado “ser uma vez que queijo no macarrão” é uma forma harmoniosa de expor que lembra uma combinação fabuloso. Quando alguém te diz isso é porque quer fazer um tanto com você preconização e significa que você é perfeito para uma determinada situação, assim uma vez que o queijo é perfeito para escoltar macarrão. Para chegar à origem deste ditado precisamos dar um grande salto no tempo e voltar ao Idade Médiaquando os queijos curados começaram a ser combinados com massas. Já no século XV, as massas, inicialmente pobres e simples, eram enriquecidas com queijos que, neste caso, assumiam um papel fundamental na complete o pratoconferindo-lhe sabor e valor nutricional superior.

A escolha de queijos curados uma vez que o pecorino romano, de sabor intenso e possante, não é de forma alguma uma escolha casual. O contraste entre o sabor possante do queijo e a simplicidade da tamanho é o que torna o prato e o ditado tão ricos de significado. É a partir dessa mistura que prato lendário vir queijo e pimenta preta. No uso quotidiano, expor que um tanto é “uma vez que queijo no macarrão” não significa somente que está bom, mas que a combinação é ideal. É uma sentença utilizada para se referir a situações, pessoas ou coisas que “encaixam” perfeitamente, sem forçar.
O sigilo da combinação vencedora: umami e glutamato
Falando em queijo no macarrão, não podemos deixar de referir um paisagem científico que torna o queijo curado tão privativo na cozinha, nomeadamente o glutamato naturalmente presente em alguns produtos. Vários estudos explicam que é uma substância presente em muitos queijos curados que é responsável por um dos cinco sabores fundamentos: eu’umami. Um sabor que se destaca dos clássicos uma vez que gulosice, salso, azedo e amargo e é publicado por realçar os outros sabores num prato, enriquecendo o seu perfil oloroso.

O queijo enriquece o sabor da tamanho e cria um estabilidade tão saboroso quanto harmonioso. Em última estudo, a sentença “uma vez que queijo no macarrão” é muito mais do que uma simples metáfora gastronómica: é um ícone da cultura romana e italiana, ligado a tradições culinárias centenárias. O queijo, com a sua intensidade de sabor, combina de forma sublime com a tamanho, criando uma combinação que vai além da simples cozinha, transformando-se num filosofia de vida.

